Clima de violência impera em Guajará Mirim

Um fenômeno assustador tem aumentado consideravelmente nos últimos tempos em todo o Brasil, ocasionado uma onda desenfreada de roubos, furtos, assaltos, assassinatos e o da violência em todas as camadas sociais.

O Estado se omite na questão e a classe política pouco liga para o problema. Parece não haver nenhum interesse em buscar soluções para tão grave problema de ordem social e econômica que afeta diretamente os interesses da população brasileira.

Faltam investimentos nas polícias, por sinal mal remuneradas, inteligência na área e recursos para investimentos mais básicos. E não é correto culpar somente os políticos pelo caos na área de segurança. Afinal, os políticos não são os culpados pelos seus próprios erros, mas nós, que os elegemos.

Especificamente em Guajará-Mirim, que em épocas passadas era considerada uma cidade calma e pacata, de um povo ordeiro e trabalhador, honesto acima de tudo, hoje vive um clima de total insegurança. Quase que diariamente são registrados casos de roubos e furtos de celulares e motos, os dois objetos atualmente mais visados pelos marginais. Mais não são os únicos. Também casas comerciais e residenciais são alvos dos ladrões. E o ladrão, quando preso, não demora na cadeia. Há sempre uma forma na lei que o beneficia e a permitir a sua liberdade. Vivemos a mais absoluta e plena impunidade. As leis favorecem os bandidos, e punem o cidadão honesto, o trabalhador, o pai de família.

Faz-se mister a mudança dessas leis ultrapassadas ou fora do contexto atual de vida da população. Muita gente, principalmente nas grandes cidades, está apelando para fazer justiça com as próprias mãos, o que não é recomendável pelo bom senso, mas que tem obrigado aos cidadãos agirem assim já que não punição legal para quem comete tais delitos.

Motos e carros roubados em Guajará-Mirim, ou em outras cidades e trazidos para cá, invariavelmente são cruzados para a Bolívia onde funciona como moeda de troca por drogas.

Pais de famílias que lutam para comprar uma moto, por exemplo, para utilizar em seu dia-a-dia de trabalho, e cujo pagamento quase sempre é feito em prestações mensais, de repente se vêm sem seu objeto de trabalho e de transporte. E dificilmente o recupera, uma vez que cruzou para a Bolívia, “já era” como diz a gíria de hoje em dia.

Meliantes com sucessivas passagens pela polícia, com uma extensa ficha de ocorrências e até condenações, quando flagrados em novos delitos, são presos e logo em seguida estão soltos, de volta às ruas para continuar suas ações criminosas. Parece ser tempo de nossa justiça avaliar essa situação e colocar um freio nessas liberações.

E que os Direitos Humanos – que parece existir só para defender bandidos – revejam também seu papel na sociedade. Nunca se viu, por exemplo, os Direitos Humanos defendendo ou amparando uma vítima ou sua família. Só apoiam a família dos bandidos. Quem não sabe viver

em sociedade deve ser retirado do seio dela para o bem coletivo. Novas chances normalmente são dadas, mas se não aproveitadas, que retorne à cadeia e cumpra lá a sua pena.

O povo brasileiro, e particularmente o de Guajará-Mirim, clama por ações que combatam efetivamente o crime que assola a cidade. E que a justiça seja feita de forma a preservar a vida do cidadão honesto e trabalhador. É isso.

A fonte é do site Alerta Guajará

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