
Por: Lúcio Albuquerque
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RONDÔNIA
1942 – Lançada a campanha de doação, entre ferroviários da EFMM para doar um avião à FAB para uso na II Guerra Mundial.
1946 – Trabalhadores do Núcleo Agrícola do Iata, Orion Nunes da Silva, anunciou a construção de casas para os colonos.
1948 – Está em fase final a construção do “Guajará Hotel”,conforme o construtor Humberto Correia.
1967 – Em Manaus, o comandante do 5º BEC, coronel Rogério Weber, diz a representantes da ONU serem necessários investimentos para dar reais condições de tráfego à BR-364.
1967 – Artigo assinado por Cláudio Cunha lembra o primeiro jogo do Ferroviário, em 1942, resultado que quase enterra o projeto do Ferrim: perdeu de 9×2 para o Nacional.
1983 – “Numa reunião que ninguém convocou”, políticos da base do governador Jorge Teixeira ouviram dele só queixas, citando “gente que ajudei a eleger e se volta contra mim”.
1990 – A delegacia da Marinha começa operação para retirar da área próxima a Porto Velho 220 balsas, dragas e “chupadeiras”, que garimpam ouro prejudicando a navegação e o meio ambiente.
HOJE É
Dia da Compreensão Mundial. Dia Mundial da Segurança do Paciente. Dia Internacional da Música Country.
Católicos celebram Santa Adriana, Santa Colúmbia, São Roberto Belarmino,
BRASIL
1894 – Inauguração da Confeitaria Colombo (Rio de Janeiro). 1992 — Morre Herivelto Martins (n. 1912), compositor, autor de clássicos como “Ave Maria do Morro”.
MUNDO
1793 — Começa a fase do Terror da Revolução Francesa. 2001 — A Bolsa de Valores de Nova Iorque reabre após os ataques de 11 de setembro.
FOTO DO DIA
CARTÃO VERMELHO PARA NARA
Nara? Foi publicar uma “Foto do Dia”, edição do dia 15 passado, e recebi pedidos para falar da Nara. Conheci apenas a fama, e da boca de quem entendia de mulher, “a mais bela de todas as mulheres que passaram em Porto Velho.”
A definição foi de um conhecido jornalista, aposentado e morando no Nordeste, quase a mesma de um amigo meu falecido há 3 meses. Dela não restaram fotos, mas boas lembranças, admitindo falta de “cacife” para “chegar junto”.
“Ela alimentou sonhos de jovens e adultos que dormiam pensando naquela mulher”, foi mais um depoimento que ouvi sobre Nara, alta, muito bonita e sempre elegante, era descrita.
Um dia Nara, que morava num apartamento na Pinheiro Machado, “anoiteceu e sumiu”. As versões foram as mais diversas:
“Ela veio com uma missão, acabou e foi embora”. “Se apaixonou por um garimpeiro bamburrado”. “A esposa do governador, enciumada, mandou um recado: “Se quer continuar vivendo, suma”.
Ninguém mais a viu.
Nara desfilava em Porto Velho num karmann ghia vermelho





