Os prejuízos continuam para os Empresários da Fronteira Brasil x Bolívia em Guajará-Mirim

No começo desta semana (14) de Maio de 2018, teve o inicio a uma situação degradante e preocupante para os empresários, exportadores e principalmente para os funcionários do município de Guajará-Mirim.
Os prejuízos que os empresários tanto do lado brasileiro quanto o lado boliviano é alarmante, onde cerca de 80% das mercadorias que seriam transportados e exportados para o lado boliviano, estão parado nas empresas de Guajará-Mirim.
Em entrevista para a reportagem do site A Pérola do Mamoré, o gerente de uma das empresas de Guajará-Mirim disse está preocupado com a situação a qual se encaminha. “É que como podemos observar, todos esses caminhões da empresa eram para estarem no Porto de exportações fazendo a descarga das mercadorias para serem exportados para o pais vizinho Bolívia e estão aqui, parados sem gerar produtividade para empresa e conforme se caminha essa situação, teremos que começar a demitir nossos funcionários” – Destacou o gerente.





O Prefeito Municipal de Guajará-Mirim Cícero de Noronha, esteve se reunindo com empresários para buscar “forças” para estarem se deslocando até Brasilia, onde de encontro com o Senador Federal Valdir Raupp e a Deputada Federal Marinha Raupp, participaram de reuniões junto ao Secretário da Receita Federal, onde levaram as revindicações dos empresários da região e a demanda de trabalhos que são realizados na exportação na fronteira Brasil x Bolívia e ficaram a espera de uma resposta do Secretario Federal da Receita Federal, onde mais tarde o Senador Valdir Raupp foi informado que “não voltarão atrás na obrigatoriedade do uso da balsa, alegaram que é devido a legislação brasileira e devido a reclamações da Aduana Boliviana”.
Reuniões que foram feitas com autoridades de Guajará-Mirim e Empresários da região em BrasiliaEm visita do Governador do Estado de Rondônia Daniel Pereira em Guajará-Mirim aproveitou a oportunidade e esteve no local e se colocou a favor dos protestos e disse que estaria se reunindo com demais autoridades do município e os representantes do governo federal para buscar alternativas que melhorasse a situação em que se encontra.
O bloqueio do acesso ao Porto de Exportações continua e em frente ao bloqueio estão os funcionários e empresários tanto do lado brasileiro quanto boliviano, gerando a todos uma revolta e com isso hoje (16) de Maio já são três dias de paralisação, gerando prejuízos para os empresários dos dois países.
Até o fechamento desta matéria não se teve nenhuma solução.
Fonte: A Pérola do Mamoré.





